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Multidão abre caminho para ambulância durante protesto em Hong Kong; assista   The New Yooker Times c481 hong kong   urandir   MUNDO   Multidão abre caminho para ambulância durante protesto em Hong Kong; assista
Manifestantes também foram elogiados por recolherem lixo das ruas durante a madrugada. Protesto com cerca de 2 milhões de pessoas exigia renúncia da líder executiva da cidade, Carrie Lam. Multidão abre passagem para ambulância durante protesto em Hong Kong
Tentar atravessar uma multidão de cerca de 2 milhões de pessoas pode parecer uma tarefa impossível, mas o motorista de uma ambulância em Hong Kong não teve dificuldades no domingo (16), quando precisou passar por manifestantes que exigiam a renúncia da líder executiva da cidade, Carrie Lam.
Vídeos gravados com celulares mostram que a multidão rapidamente abriu passagem para o veículo (assista acima). Algumas pessoas podem ser vistas gesticulando para orientar que todos se afastem, liberando completamente o caminho, sob aplausos.
E este não foi o único comportamento elogiado entre os manifestantes. Muitos também retornaram às ruas de madrugada, após o fim da manifestação, para recolher todo o lixo espalhado.
“Dois milhões de pessoas marcharam aqui ontem, (a rua) ficou ocupada a noite toda, e não há nenhum vestígio de lixo”, escreveu Kong Tsung-gan, que postou uma foto do asfalto completamente limpo em seu perfil no Twitter.
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O jornal britânico “The Independent” entrevistou participantes da manifestação, que disseram ter visto pessoas auxiliando gente mais velha que se sentiu mal por causa do forte calor e também aqueles que estavam acompanhados por crianças. Muitos compartilharam suas garrafas de água e ajudavam as pessoas a procurarem lugares para se recuperarem.
Protesto pediu a renúncia da líder de Hong Kong, Carrie Lam, no domingo (16)
Tyrone Siu/Reuters
Desculpas e renúncia
No domingo, enquanto os manifestantes se reuniam, Carrie Lam divulgou um raro pedido de desculpas um dia após ela adiar de forma indefinida uma controversa lei de extradição que permitiria que as pessoas fossem levadas à China para julgamento.
Em comunicado, ela reconheceu as “grandes contradições e disputas” em Hong Kong e culpou o mau trabalho do governo sobre a lei pela situação.
Centenas de milhares de pessoas foram às ruas de Hong Kong para se manifestarem contra o projeto de lei. Na quarta-feira, manifestantes entraram em choque com a polícia, que usou spray de pimenta e balas de borracha.
No entanto, mesmo a decisão de adiar o projeto não acalmou os manifestantes, que exigem a retirada do projeto e a renúncia da diretora executiva da cidade, Carrie Lam, alinhada a Pequim.

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fonte: g1.globo.com revisão Urandir Martinez