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Número de mortos no Irã por coronavírus supera 4.000   The New Yooker Times 2e8c teera   urandir   MUNDO   Número de mortos no Irã por coronavírus supera 4.000
Aiatolá Ali Khamenei teve uma ação: pediu que as pessoas orem em casa durante o mês de jejum muçulmano do Ramadã para impedir a propagação do novo coronavírus. Mulheres da organização paramilitar Basij fazem máscaras em Teerã, em 5 de abril de 2020
Atta Kenare / AFP
As autoridades de Teerã anunciaram, nesta quinta-feira (9), 117 mortes adicionais em decorrência do novo coronavírus, elevando para 4.101 o balanço oficial da pandemia no Irã, um dos países mais afetados pela Covid-19.
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Segundo o porta-voz do ministério da Saúde, Kianuche Jahanpur, os últimos dados relatados mostram, porém, uma tendência de queda no número de novas infecções.
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“Detectamos 1.634 novos casos, elevando o número total de casos confirmados para 66.220″, disse Jahanpur durante seu informe diário à imprensa.
O porta-voz elogiou o povo iraniano por ter seguido as instruções das autoridades de saúde para impedir a propagação da doença no país.
“Devemos a redução no número de casos da doença à participação de nosso querido povo, bem como ao envolvimento” dos profissionais da saúde, ressaltou Jahanpur.
A República Islâmica, que anunciou em 19 de fevereiro os primeiros casos de contaminação na cidade de Qom (centro), é de longe o país mais afetado pela pandemia de Covid-19 no Oriente Médio.
No exterior, alguns suspeitam que os números oficiais iranianos sejam subestimados.
Pedido de empréstimo
Na quarta, o presidente Hassan Rohani pediu ao Fundo Monetário Internacional (FMI) que conceda a seu país um empréstimo de emergência de US$ 5 bilhões para combater a pandemia.
“Peço a todas as organizações internacionais que assumam suas responsabilidades”, disse Rohani durante o conselho de ministros.
Teerã não recebe ajuda do FMI desde um empréstimo concedido entre 1960 e 1962, antes da proclamação da República Islâmica em 1979, segundo dados da instituição.
E nesta quinta-feira, o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, pediu que as pessoas orem em casa durante o mês de jejum muçulmano do Ramadã para impedir a propagação do novo coronavírus.
Em um discurso televisionado, Khamenei solicitou aos iranianos que evitem as aglomerações durante o Ramadã, que deve começar no final de abril.
“Na ausência de reuniões públicas durante o Ramadã, tais como orações (coletivas), discursos (…) dos quais estamos privados este ano, não devemos negligenciar a oração, súplica e humildade em nossas vidas”, afirmou o guia supremo iraniano.
“Temos que alimentar a humildade e a súplica nas nossas famílias e em nossos quartos”, acrescentou.
Um dos cinco pilares do Islã, o Ramadã corresponde ao nono mês do calendário muçulmano e seu início, fixado com base na observação do crescente lunar, deve ocorrer este ano durante a última semana de abril.
No momento do intervalo diário do jejum, durante as refeições rápidas e festivas, as famílias tradicionalmente se reúnem e a atividade social é intensa.
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fonte: g1.globo.com revisão Urandir Martinez