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Provas sugerem que príncipe da Arábia Saudita foi responsável por morte de jornalista, diz especialista da ONU   The New Yooker Times 22de 000 9y9ib   urandir   MUNDO   Provas sugerem que príncipe da Arábia Saudita foi responsável por morte de jornalista, diz especialista da ONU
Jamal Khashoggi foi assassinado no consulado saudita na Turquia em 2018, e seu corpo foi desmembrado e levado para fora do prédio. Vice-príncipe herdeiro Mohamed ben Salman, da Arábia Saudita, em imagem de 2016
Bandar Algaloud / Media Office Of Mohammed Bin Salman / AFP
Há provas que sugerem que o príncipe saudita, Mohamed bin Salman, e outras autoridades da Arábia Saudita podem ser responsabilizados pelo assassinato do jornalista Jamal Khashoggi, de acordo com uma investigadora da ONU.
O governo saudita não reagiu ao relatório por enquanto, mas o reino costuma negar acusações de envolvimento do príncipe com a morte.
Agnes Callamard, a relatora da ONU para casos de execuções extrajudiciais, pediu aos países para aumentar as sanções ao príncipe e congelar seus ativos financeiros pessoais até que ele prove que não tem responsabilidade.
Montagem com fotos do jornalista Jamal Khashoggi e o príncipe Mohamed bin Salman
Mohammed al-Shaikh/AFP; Bandar Algaloud/Media Office Of Mohammed Bin Salman/AFP
Khashoggi, um crítico do príncipe e colunista do jornal americano “The Washington Post”, foi visto pela última vez no consulado saudita em Istambul, na Turquia.
Isso aconteceu no dia 2 de outubro do ano passado.
Ele deveria ter recebido documentos que iria usar para se casar.
Seu corpo foi desmembrado e levado para fora do prédio, de acordo com um promotor saudita. Os restos mortais nunca foram encontrados.
Investigadora foi à Turquia para saber o que aconteceu
“Esta relatora especial conclui que o Khashoggi foi a vítima de uma execução extrajudicial deliberada e premeditada pela qual a Arábia Saudita é responsável de acordo com as leis internacionais de direitos humanos”, afirmou Callamard.
Ela investigou o caso durante seis meses.
Callamard foi à Turquia no começo deste ano com uma equipe de médicos forenses e especialistas em direito e recebeu provas das autoridades turcas.
“Há provas concretas, que demandam uma investigação de altas autoridades sauditas e responsabilização individual, incluindo a do príncipe”, ela afirmou.
“De fato, esse inquérito de direitos humanos mostrou que há evidência suficiente a respeito da responsabilidade do príncipe e pede mais investigações”, afirmou. Ela pediu ao secretário-geral da ONU para instaurar um inquérito internacional.

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fonte: g1.globo.com revisão Urandir Martinez